Segunda-feira, 20 de Março de 2006

- Editorial de Fevereiro/Março

     Deus Caritas est

     É este o título da primeira Encíclica do nosso fantástico papa, sucessor de S. Pedro.
     Que Amor é este, afinal? É possível? É para nós?
     Podemos dizer que é um amor incondicional. Não há nenhum “se” no coração de Deus. O seu amor por nós não depende da nossa acção, do nosso feitio, das nossas desistências, de nós. Ele ama-nos desde sempre, tal e qual como nos ama hoje, e a eternidade não deixará de ser a vivência deste mesmo amor.
     Amar sem condição não significa amar sem preocupação. Deus quer relacionar-se connosco, deseja que o amemos em troca. Ousar entrar neste íntimo relacionamento com Deus é um passo de fé que traz consigo a libertação do medo e a confiança que receberemos sempre amor e mais amor.
      Como é que eu consigo amar a Deus? Como é que posso experimentar algo de tão grande?
       Não sei. Talvez dando pequenos passos. Escolher o amor sempre que há oportunidade. E é tão fácil: um sorriso, uma palavra de encorajamento, uma presença silenciosa, uma ajuda discreta, um sms, uma visita, uma participação mais empenhada num Encontro do Pré…
        Cada passo é como uma vela acesa de noite: não afasta a escuridão mas pode guiar-nos através dela. Quando olharmos para trás poderemos reparar que empreendemos uma bela e longa peregrinação. O Amor não se baseia no sentimento belo e vivificante. Antes, é pensar, falar e agir de acordo com o conhecimento espiritual de que somos amados infinitamente por Deus e chamados a torná-lo visível e transformador neste mundo.
        Alarguemos a nossa vida, o nosso amor, à medida de Deus.
Pe Nuno Coelho
publicado por preseminariolisboa às 16:58
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Quarta-feira, 1 de Março de 2006

- Enfrentar DÚVIDAS

       Ao olhar para o Anuário das Actividades do pré, reparei que estava marcado para os dois dias de Carnaval e Quarta-Feira de Cinzas “Desporto, Estudo e Oração”.

       Sinceramente, não sabia o que esperar deste encontro. Mais curioso fiquei ainda quando chega a carta que dizia “Operação Scalabis: Ostiae Solis”, ainda fui traduzir o que queria dizer, mas de pouco me adiantou. 
       Curioso estava, e curioso fiquei. Até que no dia 27.Fev, já no Seminário de Santarém, me apercebi da divisão do tempo que haveria: uma parte de Carnaval, mais a brincar, e outra parte mais de “clausura interior”. Depois de diversos jogos e correrias pela cidade de Santarém, com quarenta minutos para ir a vinte sitios distintos, fartámo-nos de correr, em busca de provas da nossa presença nesses locais, a troco de balões (perdão, munições) para o assalto nocturno ao “Castelo”, por detrás do Convento de Santa Clara... Confesso que não sei definir o que gostei mais nestes dois dias de “gozo”: Se a guerra de balões e a correria pela cidade, ou se a “cavalgada” na Golegã... A tarde de Terça e a manhã de Quarta, foram sem dúvida os momentos mais importantes para mim... Desde a visita às Irmãs Clarissas de Santarém (muito mais bem dispostas e extrovertidas do que esperávamos), às catequeses e aos tempos de silêncio. Esses sim, foram pelo menos para mim momentos cruciais deste inicio de Quaresma... Fez-me entender que todos nós temos aqueles “se’s”, aqueles “obstáculos” no nosso Caminho. E acho que é esse o grande desafio da Quaresma: Enfrentar essas dúvidas, e ganhar coragem para as superar.
Diogo Roda
Companheiro de São Paulo
publicado por preseminariolisboa às 15:35
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- "A SEMENTE caiu em boa terra..."

     Quando no encontro de formação dos dias 13 e 14 de Fevereiro, o João Sobreiro veio falar comigo e disse-me para eu escrever para o “A Caminho”; eu pensei: não me faltava mais nada. Isto do Pré-Seminário não é para mim; não escrevo bem, não digo coisas bonitas.
      Já em casa, visto que isto não me saía da cabeça, lembrei-me do Evangelho de São Marcos (um dos desafios que o João Sobreiro nos propôs); da Parábola do Semeador, na parte em que a semente foi parar ao meio dos espinhos e onde os espinhos cresceram e abafaram o trigo. Na explicação, feita por Jesus, estes espinhos significam as dificuldades da vida, as preocupações... E pensei: não posso deixar que os espinhos cresçam… No início deste ano Pastoral, o Pe. Zé, e também em minha casa, diziam-me que eu devia fazer um serviço na paróquia. Fui falar com o meu Pároco, que me propôs abrir a igreja à terça-feira, e à quinta ir à adoração do santíssimo sacramento. Isto tem-me ajudado a apreciar as maravilhas que o Senhor nos deu. Voltando a trás, a mensagem que vos deixo é: não permitam que os espinhos cresçam, ou seja, não se deixem levar ou abater pelas dificuldades, barreiras, obstáculos que se atravessem no vosso caminho.
João Jorge
Companheiro de São João
publicado por preseminariolisboa às 15:29
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